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Novos modelos de remunerao na pauta das operadoras

Com custos mais elevados a cada ano, operadoras de planos de sade apontam o modelo de remunerao praticado hoje no Brasil como um dos principais fatores de risco para a sustentabilidade do sistema. Atualmente, o padro adotado no pas o fee-for-service (tambm chamado de conta aberta), no qual os reembolsos dos hospitais aumentam conforme a quantidade de procedimentos realizados.

Uma das crticas a esse modelo que ele induz ao desperdcio de materiais, assim como a procedimentos sem necessidade efetiva. Diante disso, novas alternativas, j testadas no exterior, vm sendo estudadas e j colocadas em prtica por algumas operadoras nacionais. 

o caso do DRG, sigla em ingls para Grupo de Diagnsticos Relacionados, usado nos Estados Unidos e na Alemanha. Funciona assim: os pacientes so classificados conforme o diagnstico e o consumo de insumos mdicos. A partir do perfil clnico do cliente, levando em considerao a mdia de custos de grupos de pacientes e no os casos isolados, que ser feita a remunerao dos servios. 

Outra alternativa que j est sendo testada o ABP (sigla em ingls para Pagamento por Oramento Ajustvel). Na prtica, consiste em uma anlise dos gastos anuais dos hospitais, gerando uma remunerao fixa com base na mdia mensal. Ainda em fase de testes, essas e outras propostas devem influenciar na criao de um novo padro para o cenrio brasileiro, como explica Martha Oliveira, diretora da Associao Nacional de Hospitais Privados (Anahp). O modelo atual vai mudar, isso no tem volta.

Para saber mais informaes, acesse o contedo completo aqui.